quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

PÉROLAS DIÁRIAS 1 CORÍNTIOS 15:27

Pérolas Diárias



27 de Dezembro

"Porque todas as cousas sujeitou debaixo dos seus pés." 1 Coríntios 15.27
Onde o poder de Satanás se manifesta com muita intensidade, somente o nome de Jesus tem poder maior. Por quê? Porque por trás desse nome precioso está o Seu sangue derramado, a vida de Jesus entregue na cruz. Por meio desse sangue, Satanás perdeu o poder. Quem tem o sangue do Cordeiro é invencível. Você que está melancólico ou deprimido, não negue o poder do Senhor crendo que a escuridão em sua alma seja mais forte que o nome de Jesus! Invoque este nome maravilhoso e você terá uma porta aberta. E onde o Senhor nos deu essa porta aberta? Ela está bem na nossa frente! "...Eis que tenho posto diante de ti uma porta aberta, a qual ninguém pode fechar – que tens pouca força..." Essa porta sempre está diante de nós, nunca atrás de nós! Por isso, nunca volte para trás! Você deve andar em direção a essa porta, deve passar por ela, seguir adiante apesar de toda dificuldade até chegar na feliz presença de Deus! A dupla garantia de que essa porta permanece aberta reside na onipotência de Deus e na nossa própria impotência! "Eis que tenho...", diz o Senhor. Ele tem tudo o que nos falta. E nós, o que temos? Nada! Em nós mesmos somos miseráveis, pobres e vazios. Mas que coisa maravilhosa: entre Deus e nós, Ele interpõe essa passagem, esse caminho: "...eis que tenho posto diante de ti uma porta aberta."

TODO DIA COM AS ESCRITURAS ÊXODO 33:12-23

Todo Dia Com as Escrituras

Êxodo 33:12-23 (leia aqui)

Fora do arraial, Moisés podia falar com o Senhor face a face (v. 11). Qual era o assunto dessa conversa? Novamente, a triste condição do povo. Moisés é aqui uma figura de Alguém maior que ele: o Filho falando ao Pai sobre os que tinham sido dados a Ele “deste do mundo” (João 17:6). “Rogo-te que agora me faças saber o teu caminho” (v. 13 — RC), pede o homem de Deus. Então ele roga que a presença do Senhor lhes acompanhe. Compare esses pedidos com a dupla oração do salmista: “Mostra-me o caminho por onde devo andar… guie-me o teu bom Espírito por terreno plano” (Salmo 143:8 e 10). “Sim, suba conosco”, suplica o fiel intercessor. “Não podemos subir sem o Senhor.”
 E então Deus fica à vontade para agir. Ele nunca acha a fé audaciosa demais. Alegramos o Seu coração quando Lhe pedimos coisas difíceis.
Finalmente Moisés faz um terceiro pedido ao Senhor, ainda mais audacioso: que Ele lhe mostre a Sua glória. Moisés só a verá pelas costas (v. 23 — em outras palavras, nas pegadas deixadas pelo Seu amor). Pensamos no pedido de Jesus a Seu Pai, no qual pedia que onde Ele estivesse, ali estivessem os Seus, para que vissem  a Sua glória(João 17:24). Esse é o Seu ardente desejo. Será que é também o nosso?

domingo, 17 de dezembro de 2017

PÉROLAS DIÁRIAS - 1 CORÍNTIOS 2:9

Pérolas Diárias



17 de Dezembro

"Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que o amam." 1 Coríntios 2.9
Nosso conhecimento daquilo que Deus tem preparado para nós, que O amamos, é imperfeito. Mas pela revelação do Espírito Santo, será que não conseguimos imaginar uma boa parte daquilo que nos espera? Por exemplo, existe mais um motivo profundo para não chorarmos mais no céu: lá também não haverá mais temor de mudança, modificação e troca; antes pelo contrário, lá você saberá que está eternamente abrigado nEle. O pecado estará excluído e você estará cercado pela presença de Deus. Você habitará numa cidade que nunca mais poderá ser destruída. Você se deliciará num rio que nunca seca, e colherá frutos de uma árvore que nunca perde suas folhas! Todas as coisas temporais se desfazem, e a eternidade permanece sem fim. E enquanto durar a eternidade, lá no alto também perdurará a sua imortalidade e a sua salvação. Então você estará para sempre com o Senhor. Um futuro indizivelmente glorioso, cheio de delícias espera pelos santificados. Por isso, firme-se ainda mais nAquele que você não vê, mas no qual você crê. Firme-se nAquele que alegrará seu coração como nunca antes quando você O vir assim como Ele é!

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

TODO DIA COM AS ESCRITURAS : ÊXODO 26:31-37 ; 27:1-8

Todo Dia Com as Escrituras

Êxodo 26:31-37 — 27:1-8 (leia aqui)

Se avançarmos de dentro para fora, que é o modo que Deus age com o pecador, veremos que o Tabernáculo compreende primeiro o Santo dos Santos — inacessível — contendo apenas a arca do Testemunho (v. 33), e então o Santo Lugar, separado do Santo dos Santos por um véu, cujo significado é explicado em Hebreus 10:20: "Pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou pelo véu, isto é, pela sua carne". A humanidade de Cristo é assim revelada: uma junção de glórias e perfeições, demonstrada pelos materiais utilizados na confecção do véu. O querubim bordado no véu nos lembra dos querubins que proibiam o acesso do homem à árvore da vida (Gênesis 3:24). Mas, na morte de Jesus, o véu do templo foi rasgado e assim Deus abriu ao homem um caminho para Sua presença.
Na frente do véu são colocados a mesa e candelabro (v. 35), como também o altar revestido de ouro (30:6). A própria tenda é fechada por um reposteiro (cortina), mas sem os querubins desenhados, já que o sacerdote podia entrar ali para cumprir suas obrigações. Por último, diante da tenda é colocado o altar revestido de bronze, descrito no capítulo 27, versículos 1-8. Este altar é quadrado e de um bom tamanho, falando-nos, desse modo, da cruz e de sua eficácia. É feito de acácia: Cristo feito homem por nós, para sofrer e morrer — revestido de bronze: adequado para suportar o teste do fogo do julgamento divino contra o pecado. Glórias ao nosso perfeito Redentor!

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

PÉROLAS DIÁRIAS - ISAÍAS 26:8

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11 de Dezembro

"Também através dos teus juízos, Senhor, te esperamos." Isaías 26.8
Necessitamos tanto de força e poder interior! É o que encontramos na tranqüila espera e na confiança, como lemos em Isaías 30.15: "Em vos converterdes e em sossegardes, está a vossa salvação." Por natureza não temos esse sossego, esse esperar confiante. Isso nos cria muitas dificuldades. Por quê? Porque enquanto esperamos no Senhor esperamos também por muitas outras coisas. E aí, quando nossas expectativas não se realizam imediatamente, ficamos decepcionados. Precisamos aprender a esperar e confiar exclusivamente em uma só Pessoa: Jesus! Portanto, o que faz diferença não é a perseverança em si, mas é a espera em Deus, essa confiança no Senhor que não permite que sejamos envergonhados. Essa atitude consiste em constante e ininterrupta expectativa, em uma atitude de espera. É de profundo significado quando o salmista exclama: "Deus... em quem eu espero todo o dia." Em outras palavras, perseverar sem cessar. Aparentemente existem dias bons e dias ruins, mas a ininterrupta espera no Senhor cada vez mais liberta nosso coração dos altos e baixos de nossas emoções. A Bíblia diz: "...porquanto o que vale é estar o coração confirmado com graça." Mas só recebemos essa graça estabilizadora na espera ininterrupta em Deus: "Quanto a mim, esperarei sempre..."

sábado, 9 de dezembro de 2017

PÉROLAS DIÁRIAS - APOCALIPSE 2:4

Pérolas Diárias



9 de Dezembro

"Tenho, porém, contra ti que abandonaste o teu primeiro amor." Apocalipse 2.4
O arrebatamento é também o encontro do noivo com a noiva nas nuvens do céu. A noiva ama o noivo, e espera ansiosamente por Ele. Ela se preparou e está pronta para a vinda de Jesus. Ouça o que o Senhor, que em breve voltará, disse aos crentes de Éfeso: "Tenho, porém, contra ti que abandonaste o teu primeiro amor." É chocante em nossos dias o fato de vermos tantos caírem ao nosso redor porque não se encontram mais no primeiro e ardente amor, porque lhes falta esse amor de noiva, essa entrega a Jesus Cristo. Eles não têm mais o espírito de oração e não dariam mais suas vidas pelos perdidos. Tornaram-se indiferentes. Analisemos a santa dúvida que vem à nossa mente quando pensamos nessa questão com profundidade: quem, afinal, participará do ato do arrebatamento? Resposta: a Igreja de Jesus, que é uma seleção de pessoas. Toda a Igreja de Jesus será arrebatada, mas nem todos os que se consideram membros da Igreja de Jesus pertencem de fato a ela. Quem está preparado para ir ao encontro do Senhor? Aquele que O espera! Tal pessoa também permanece no primeiro amor por Ele!

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

MOMENTO DE REFLEXÃO.

IGREJA BATISTA BOAS NOVAS DOMINGO PASSADO 03/12/17; DIA EM QUE CEIAMOS PELA ÚLTIMA VEZ DO ANO. ESPERAMOS QUE O ANO QUE SE APROXIMA POSSAMOS ESTÁ JUNTOS EM MOMENTOS DE MUITAS CEIAS, QUE DEUS ESTEJA NOS CONFORTANDO A CADA DIA, NOS AJUDANDO ATRAVÉS DO ESPÍRITO SANTO A NOS PARECERMOS COM CRISTO. ESSE É, E DEVE SER O PENSAMENTO DE CADA CRENTE EM JESUS CRISTO. AMÉM !

TODO DIA COM AS ESCRITURAS- ÊXODO 24:1-18

Todo Dia Com as Escrituras

Êxodo 24:1-18 (leia aqui)

A primeira aliança é estabelecida com toda a devida solenidade. É sancionada com sangue (leia Hebreus 9:18…). Então o Senhor mostra alguns dos raios de Sua glória aos anciãos de Israel. Eles vêem "o Deus de Israel, sob cujos pés havia uma como pavimentação de pedra de safira, que se parecia com o céu na sua claridade" (v. 10; veja Ezequiel 1:26). Sob Seus pés…: pensamos no glorioso caminho do Filho de Deus mostrado nos evangelhos, um caminho "como o céu na sua claridade [pureza]". Cristo não somente desceu do céu e "subiu ao céu", mas há um sentido pelo qual Ele nunca deixou de ser o "o Filho do Homem que está no céu" (João 3:13). Foi no andar de Cristo aqui na terra que a glória de Deus pôde ser admirada em todas as suas perfeições morais (Salmo 68:24). "Quem me vê a mim vê o Pai" (João 14:9). O versículo 11 é o prenúncio da santa liberdade e da comunhão que agora os redimidos do Senhor Jesus desfrutam. Sobre o fundamento da obra consumada de Cristo e de Sua presença à destra de Deus, eles estão, em certo sentido, "em casa" na glória.
Também somos chamados a lembrar de Moisés em outro monte: o monte da transfiguração, onde ele e Elias foram testemunhas, juntamente com os três discípulos, da glória do Senhor Jesus (Lucas 9:28-36).

PÉROLAS DIÁRIAS - 2 CORÍNTIOS 5:2

Pérolas Diárias



7 de Dezembro

"E, por isso, neste tabernáculo gememos, aspirando por ser revestidos da nossa habitação celestial." 2 Coríntios 5.2
Se somos filhos de Deus renascidos, nossa vida deveria ser uma constante demonstração do acontecimento do arrebatamento. O que acontecerá quando Jesus Cristo, o Ressurreto, se revelar de maneira visível aos que Lhe pertencem? A resposta está em 1 Coríntios 15.51: "Eis que vos digo um mistério: Nem todos dormiremos, mas transformados seremos todos." Nessa ocasião, espiritualmente falando, a lei da gravidade será abolida, a lei da morte que nos puxa para baixo deixará de exercer sua força. Enfermidades e coisas parecidas nos deixarão como um vestido que é despido, e seremos revestidos. Num instante estaremos desligados da terra e arrebatados ao encontro do Senhor Jesus. Nós estaremos salvos!
Agora eu gostaria de lhe fazer uma pergunta direta: você pratica essa transformação no seu dia-a-dia? Outras pessoas são transformadas e renovadas pela sua vida "apta para o arrebatamento"? A vida de Jesus se manifesta através de você porque você, como diz Romanos 6, morreu e ressuscitou com Cristo, de modo que outras pessoas são libertas, salvas e transformadas pelo seu exemplo de vida? Mas, afinal, isso é possível? Sim, essa é a nossa santa obrigação!

domingo, 3 de dezembro de 2017

UM MARCO NA HISTÓRIA DE ISRAEL 1947

29 de Novembro de 1947: Um Marco na História de Israel

Antje Naujoks
Em muitas cidades israelenses, encontra-se uma rua chamada Kaf-Tet-BeNovember (= “29 de novembro”), porque nesse dia, em 1947, as Nações Unidas votaram no plano de partição da Palestina.
Em maio de 2018 Israel comemorará o seu 70º Dia da Independência. Mas neste ano ainda há um outro evento que muitos veem como um dos marcos mais importantes no caminho para a fundação do Estado judeu. Há 70 anos atrás, no dia 29 de novembro de 1947, muitos da comunidade judaica na terra de Israel, de apenas 600 mil pessoas, reuniram-se em lugares públicos para ouvir a votação pelo rádio. Muitos estavam contando entusiasmados os votos “sim”. Era claro para todos que a renúncia do mandato britânico, estabelecido pela Liga das Nações em 1922, aproximou a fundação futura de um Estado judeu. Desiludido, o Reino Unido devolveu o mandato da região para as Nações Unidas (ONU) em fevereiro de 1947. A ONU havia sido fundada na sequência do fracasso da Liga das Nações, imediatamente após a Segunda Guerra Mundial.
Como mandante, os britânicos esperavam encontrar uma solução para o “problema da Palestina”. Mas, em vez disso, o potencial de conflito aumentou. Por um lado, os judeus estavam com o sombrio capítulo do Holocausto nas memórias e, do outro, eles precisavam assistir a tudo com grande frustação, pois inúmeros sobreviventes estavam presos na Europa porque os britânicos continuaram a mantê-los longe da sua terra. Aconteceram tragédias, como a odisseia dos sobreviventes do Holocausto no navio Exodus. O Yishuv – o assentamento judeu no Israel pré-Estado – tornou-se bem estabelecido no país e contribuiu significativamente para a construção de uma infraestrutura moderna. Ela inclui escolas e instituições de ensino superior, hospitais, grandes empresas bem como empresas de eletricidade e água, mas também a Orquestra Filarmônica de Israel. Ao mesmo tempo, houve ondas de ataques de assaltos sangrentos e maciços por residentes árabes. Mas o lado árabe também parecia frustrado com a situação: embora eles eram superiores em número aos judeus que viviam na região, com cerca de 1,2 milhão de habitantes, os árabes se sentiram reajustados, traídos e vendidos. Também estavam desencorajados devido ao contínuo controle estrangeiro por uma grande potência. Afinal, eles não haviam lutado contra a ocupação otomana apenas para ver seu próprio destino ser dirigido novamente por outro poder.
E então ele se aproximou, esse momento memorável em novembro de 1947. Foi precedido pelas avaliações do Comitê Especial das Nações Unidas para a Palestina (UNSCOP na sigla original). Os onze estados-membros do comitê da ONU (que representavam a organização) mantiveram conversas com ambos os lados; entre outros, com a Agência Judaica e o Alto Comitê Árabe, e também fizeram viagens à região. O Alto Comitê Árabe rejeitou a cooperação com a UNSCOP, em junho de 1947. Várias tentativas de mediação indicaram que nenhuma solução política foi deixada aberta pelo lado árabe. Eis o que os representantes da Agência Judaica escutaram quando quiseram negociar, em uma reunião com o secretário-geral da Liga Árabe, o egípcio Abdul Rahman Hassan Azzam, mais conhecido apenas como Azzam Pasha: “O mundo árabe não está disposto a fazer qualquer compromisso. Sua proposta [...] pode parecer razoável e lógica externamente, mas o destino dos povos não é decidido pela lógica e razão. Os povos não fazem concessões; eles lutam [...]. Vamos tentar vencê-los. Não tenho certeza se teremos sucesso, mas tentaremos. Conseguimos combater os cruzados – por outro lado, perdemos a Espanha e a Pérsia. Talvez possamos perder a Palestina, mas definitivamente é tarde demais para falar sobre soluções pacíficas”.
Embora os membros da UNSCOP estavam apresentando as suas recomendações, concordaram que, em setembro de 1947, a independência palestina deveria ser proclamada depois de uma fase de transição sob supervisão da ONU. A Palestina deveria tornar-se uma entidade econômica. Mas não se pôde concordar sobre mais nada. Assim, levando em consideração recomendações anteriores, como por exemplo a Comissão Peel de 1937, foram apresentados um plano maioritário e um minoritário: naquela época o plano de divisão já se opunha ao plano para estabelecer um Estado federal binacional. Por fim, as Nações Unidas votaram se aceitariam o plano maioritário e se apoiariam sua implementação. Foi, por um lado, sobre a divisão da Palestina em um Estado judeu e árabe, e, por outro, sobre a internacionalização do status da cidade de Jerusalém como Corpus separatum.
Em 29 de novembro de 1947, 56 países votaram em relação a esse plano. Em sequência, cada representante anunciou o “sim”, “não” ou a abstenção. Esse foi o momento em que não só a terra de Israel e todos os habitantes dos Yishuv colaram seus ouvidos no rádio: todo o mundo judeu estava assistindo ao vivo a votação. Para os judeus, não se tratava apenas da chance tangível de recuperar a independência de Estado. Após a experiência da tentativa de genocídio do povo judeu, procuravam muito mais conseguir um refúgio seguro para os judeus da perseguição e extinção.
Finalmente, entre as dez abstenções e os 13 votos contrários, um total de 33 vezes o esperado “sim” aos judeus foi ouvido. Não só em Israel, mas em todo o mundo os judeus estouraram em júbilo. Em Tel Aviv, bem como nos kibutzim, os habitantes judeus da área ainda mandatada dançavam nas ruas. Mas em breve deveriam cair os primeiros tiros que colocariam um fim ao zumbido de alegria. Esses tiros marcaram o início do que aconteceria com a retirada do mandato britânico e com a proclamação do Estado de Israel: a Guerra da Independência israelense, em 14 de maio de 1948. Enquanto a liderança do futuro Estado judeu adotou o plano de partição da ONU apesar da quebra do território judeu, o lado árabe permaneceu em sua estrita rejeição e, em vez disso, pegou em armas.

Os habitantes judeus da área ainda mandatada dançavam nas ruas. Mas em breve deveriam cair os primeiros tiros...
Cerca de sete décadas depois, ainda lutam por estes meios, e mais munições foram adicionadas, como mostra uma cerimônia no Museus de Queens. Neste museu, em Nova York, no distrito de Queens, foram realizadas aquelas votações da ONU. A comissão israelense da ONU tinha quartos reservados ali para uma celebração. Em junho de 2017, a reserva foi confirmada juntamente com o feedback da administração do museu, de que eles estavam ansiosos para “este evento maravilhoso e significativo nas premissas originalmente relevantes”. À medida que o plano se tornou público, os ativistas do BDS (Boicote, Desinvestimento e Sanções contra Israel) entraram em ação. Eles ganharam uma vitória: o museu cancelou o evento. No entanto, foi uma vitória de curta duração, porque a promessa de cancelamento também foi retirada, ao que o embaixador israelense da ONU, Danny Danon, disse: “Qualquer tentativa de discriminar o Estado de Israel é completamente inaceitável e continuaremos combatendo tais injustiças. Estamos ansiosos para celebrar com orgulho esta histórica decisão das Nações Unidas”. — Antje Naujoks

PÉROLAS DIÁRIAS - 1 CORÍNTIOS 15:52

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3 de Dezembro

"A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados." 1 Coríntios 15.52
Quando Paulo escreve aos tessalonicenses sobre o arrebatamento, ele mesmo se interrompe, embora estivesse sendo inspirado pelo Espírito Santo, a fim de salientar que eram palavras do Senhor: "Ora, ainda vos declaramos, por palavra do Senhor..." Em seu discurso profético em Mateus 24, o próprio Senhor Jesus menciona 24 acontecimentos como sinais da Sua vinda, por exemplo, guerras, rumores de guerras, etc, sinais esses que são destinados ao povo de Israel. Mas para a Igreja de Jesus só existe um grande sinal pelo qual ela pode reconhecer que o arrebatamento está às portas. E este sinal é Israel! Por isso os conflitos cada vez maiores com Israel são um sinal do breve arrebatamento da Igreja de Jesus. Paralelamente a isso também aumentam as tribulações dos filhos de Deus, nas quais todos nós deveríamos nos tornar cada vez mais perseverantes na fé. Na prática, somos forçados a constatar que, nos últimos tempos, experimentamos um aumento das tentações e tribulações, com situações que há dez anos nem imaginávamos. São tentações que muitas vezes não podemos definir. Elas trarão o juízo sobre o mundo, mas se formos perseverantes e nos afirmarmos nas promessas do Senhor, estaremos sendo preparados para o arrebatamento!