sábado, 23 de junho de 2018

JESUS É DEUS ? COM CERTEZA !

Jesus é Deus?

Você já encontrou uma pessoa que é o centro das atenções onde quer que vá? Alguma característica misteriosa e indefinível o distingue de todas as outras pessoas. Pois foi isso que aconteceu dois mil anos atrás com Jesus Cristo. Porém não foi simplesmente a personalidade de Jesus que cativou aqueles que o ouviam. Aqueles que puderem ouvir suas palavras e observar sua vida nos dizem que existia algo em Jesus de Nazaré que era diferente de todas as outras pessoas.
A única credencial de Jesus era ele mesmo. Ele nunca escreveu um livro, comandou um exército, ocupou um cargo político ou teve uma propriedade. Normalmente ele viajava se afastando somente alguns quilômetros do seu vilarejo, atraindo multidões impressionadas com suas palavras provocativas e seus feitos impressionantes.
Ainda assim, a magnitude de Jesus era óbvia para todos aqueles que o viram e ouviram. E enquanto a maioria das grandes personalidades históricas desaparece nos livros, Jesus ainda é o foco de milhares de livros e controvérsias sem paralelos na mídia. Grande parte dessas controvérsias envolvem as afirmações radicais que Jesus fez sobre si mesmo, afirmações que espantaram tanto seus seguidores quanto seus adversários.
Foram principalmente as afirmações únicas de Jesus que fizeram com que ele fosse considerado uma ameaça pelas autoridades romanas e pela hierarquia judaica. Embora fosse um estranho sem credenciais ou força política, em apenas três anos Jesus foi capaz de mudar a história dos mais de 20 séculos seguintes. Outros líderes morais e religiosos influenciaram a história, mas não como o filho de um carpinteiro desconhecido de Nazaré.
Qual era a diferença de Jesus Cristo? Ele era apenas um homem de grande valor ou era algo mais?
Essas perguntas nos levam ao cerne do que Jesus realmente era. Alguns acreditam que ele era simplesmente um grande professor de moral, já outros pensam que ele foi simplesmente o líder da maior religião do mundo. Porém muitos acreditam em algo muito maior. Os cristãos acreditam que Deus nos visitou em forma humana, e acreditam que há evidências que provam isso.
Após analisar com cuidado a vida e as palavras de Jesus, C.S. Lewis, antigo cético e professor de Cambridge, chegou a uma espantosa conclusão, que alterou o rumo de sua vida. Então quem é Jesus de verdade? Muitos dirão que Jesus foi um grande professor de moral. Ao analisarmos mais cuidadosamente a história do homem que causa mais controvérsias em todo o mundo, primeiramente devemos perguntar: será que Jesus foi simplesmente um grande professor de moral?

sexta-feira, 22 de junho de 2018

O CHAMADO DE ABRÃO

O Chamado de Abrão

Thomas Lieth

Israel, Um Povo Muito Especial - Parte III

Em Gênesis 12.1-3 lemos: “Então o Senhor disse a Abrão: ‘Saia da sua terra, do meio dos seus parentes e da casa de seu pai, e vá para a terra que eu lhe mostrarei. Farei de você um grande povo, e o abençoarei. Tornarei famoso o seu nome, e você será uma bênção. Abençoarei os que o abençoarem e amaldiçoarei os que o amaldiçoarem; e por meio de você todos os povos da terra serão abençoados’.”
Essa aliança com Abraão é significativa também para a Igreja de Jesus, não só para Israel, já que nós, gentios que cremos em Jesus Cristo, fomos incluídos nas promessas de bênção dessa aliança por meio de Jesus, o Messias judeu (vide a Carta aos Gálatas). Agora, porém, passarei a tratar desta importante aliança apenas visando à história de Israel, já que é por meio dela que começa a história propriamente dita do povo de Deus.
Aproximadamente no ano de 2000 a.C., Deus escolheu para o Seu propósito um homem de Ur na Caldeia, chamado Abrão. O objetivo do Senhor com isso foi criar a partir de Abrão um povo para Si. Deus queria fazer história não apenas com Abrão, mas também com seus descendentes. Esse povo proveniente de Abraão teria a função de glorificar no mundo o único Deus verdadeiro (Is 43.21). Seria de certa forma o representante ou embaixador de Deus na terra, por meio do qual o restante do mundo enxergaria quem é Deus (Is 49.3).
A santidade de Israel, ou seja, seu procedimento e seu culto, demonstraria ao mundo caído em pecado a sua impureza e necessidade de redenção. Lembremo-nos da queda em pecado do primeiro casal humano, dos pecados da humanidade nos tempos de Noé e também logo depois do dilúvio que assolou o mundo. Lembremo-nos da construção da Torre de Babel, da devassidão dos povos e da sua idolatria. Havia muito que os povos da humanidade haviam esquecido quem era o Deus que os criara; há muito haviam confeccionado para si seus próprios deuses inúteis e mortos. Tudo isso combinou-se com homicídios, matanças e grande medo, assim como ainda hoje se observa em parte em “tribos primitivas” que se embriagam e flagelam de medo de demônios e dos seus “deuses”. Sacrificavam até mesmo seus próprios filhos aos deuses mortos a fim de aplacar a ira deles. Israel deveria abrir os olhos a esses povos para que reconhecessem quem os criara. E o mundo deveria enxergar por meio de Israel o que Deus quer e requer, e qual é Seu conceito de um homem justo (Dt 4.5-8).
As doze tribos de Israel, que afinal descendiam de Abraão, deveriam ter transmitido aos outros povos da terra a redenção eterna. O povo de Israel habitaria no meio da população mundial para alcançar os povos com a Palavra de Deus a partir dessa posição central. Essa escolha representava para os judeus uma elevada posição, mas também uma grande responsabilidade – uma grande honra para esse povo, mas também um pesado fardo (Am 3.1-2).
Agora Vejo
Certamente muitos judeus teriam preferido não pertencer ao povo eleito de Deus. Não só isso implica grande responsabilidade, como Deus, nosso Criador, não é apreciado por todos, e sempre que alguém se rebelar contra Deus, será necessariamente também adversário de Israel. Assim como dificilmente poderá contar com grandes simpatias um embaixador que represente no exterior os interesses do seu país possivelmente muito malvisto ali, por mais amável que seja pessoalmente. Assim também muitos judeus poderiam pensar: “Estaríamos bem melhor se não fôssemos o povo eleito: pelo menos nos deixariam em paz”. De fato, creio que esse povo seria tratado com muito mais simpatia se Satanás não lutasse ao mesmo tempo contra Deus e assim também contra seus embaixadores e representantes.
Dificilmente alguém se engajará pelos direitos dos coptas no Egito ou pelo direito dos curdos e armênios na Turquia. Ninguém se importa com os índios da América do Norte e do Sul, com os aborígenes australianos e os mouros do Líbano. Esta lista ainda poderia ser ampliada à vontade. No entanto, o veemente empenho mundial a favor dos palestinos não resulta de amor ao próximo ou sequer de compaixão com os palestinos, mas de oposição a Israel. Se o inimigo dos curdos não fosse a Turquia, mas Israel, o mundo daria muito mais atenção às “reivindicações dos direitos” deles. Israel foi arrastado para dentro desta luta entre Deus e Satanás.
No entanto, o povo judeu não reconheceu coletivamente sua incumbência missionária e até hoje não a cumpriu. Salvo por algumas poucas exceções, ele até hoje não atendeu a essa elevada responsabilidade. Em vez de guardar os mandamentos e os estatutos de Deus e ser testemunha desse Deus Criador diante dos outros povos, ele seguiu seus próprios caminhos. Somente quando todo o Israel se converter ao seu Messias Jesus ele também será sem exceção uma bênção e um embaixador digno para todos os povos da terra. Ao que parece, isto só acontecerá por ocasião do Reino Milenar.
Voltemos a Abraão. Deus escolheu um homem, Abrão, que mais tarde se tornou Abraão, para iniciar com ele uma nova etapa da história da redenção. Deus estabeleceu uma aliança com esse eleito. Entre outras coisas, essa aliança incluiu a promessa a Abraão de que ele se tornaria pai de grandes nações, que seriam abençoados aqueles que o abençoassem, e que sua semente (descendente) proporcionaria a salvação da humanidade. Por um lado podemos dizer que a descendência de Abraão, ou seja, os judeus, representaram uma grande bênção para a humanidade apesar das suas falhas. Não fosse por outra coisa, o simples fato de os judeus nos terem legado a Bíblia. Os judeus apresentaram a nós, os gentios, o único Deus Criador verdadeiro. Todavia, muito mais significativo ainda é o fato de que desse povo proveio o Salvador, o Redentor e Ungido: Jesus Cristo! Ele é a semente já anunciada no Antigo Testamento, que traria a salvação da humanidade, como de fato trouxe (Gl 3.16).
Deus prometeu a Abraão um herdeiro, e isso apesar de naquele momento Abrão já ser idoso e não ter filhos (Gn 15.2-5). É verdade que Abrão ganhou um filho como resultado da impaciência de sua esposa Sarai, que não engravidava. Assim, o filho não foi de sua própria esposa, mas de sua serva egípcia Hagar. Esse filho chamava-se Ismael (Gn 16), e também ele recebeu promessas. Portanto, também a descendência de Ismael seria muito numerosa, mas ele não foi considerado herdeiro de Abraão (Gn 17.15-21).
De Ismael acabaram provindo os povos árabes beduínos. Abraão, por sua vez, recebeu uma confirmação da promessa de que teria um filho, mas agora de sua própria esposa, e este então seria seu herdeiro. — Thomas Lieth

sábado, 9 de junho de 2018

QUEM REALMENTE ESTÁ POR DETRÁS DA VIOLÊNCIA EM GAZA ?

Quem realmente está por detrás da violência em Gaza?

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Quem realmente está por detrás da violência em Gaza? A resposta mais óbvia e direta que todos nós podemos dar é o Hamas. Não quero de forma alguma retirar a culpa sobre o Hamas, pois no antro terreno é ele quem dá as ordens para homens, mulheres e crianças arriscarem suas vidas afrontando as Forças de Defesa de Israel.
Fazendo uma análise mais profunda dos acontecimentos, está claro que o problema do ódio desenfreado dos palestinos pelos judeus é mais que algo terreno, é resultado de uma luta espiritual. Por um lado existe um povo, o Povo de Israel, cujas leis são baseadas na Bíblia, cuja história é baseada na Bíblia e os valores morais e sociais também deveriam ser, mas nem sempre são. Do outro lado existem os palestinos, um povo cuja religião e fanatismo vem baseados no Corão. Ora, todos nós sabemos que o Corão, ao contrário do Velho Testamento e do Novo Testamento, foi escrito em sangue, muito sangue.

A estratégia satânica

Maomé, a quem eles chamam de profeta, antes de começar a doutrinar as pessoas, ele começou a massacrar judeus e cristão na península arábica. Com estes massacres ele financiou suas conquistas. O próprio Maomé declarou ter casado e estuprado uma menina. No Corão ensina-se que deve-se exterminar todos os infiéis, ou seja, todos aqueles que não creem em Maomé e Allah. Na Bíblia porém, é verdade que existe a ordem de matar os inimigos que se opõe ao povo de Israel, mas não aqueles que vivem em paz com Israel. A Bíblia nos ensina a amar o próximo, cuidar dos idosos, crianças e escravos(se houverem) e ter o estrangeiro como se fosse um natural da terra. Enquanto a filosofia do Corão é o ódio, a filosofia da Bíblia é a tolerância e o amor. Então está claro que é a luta entre duas civilizações distintas, uma que pensa em construir e outra que pensa em destruir.
Para mim não há dúvidas de que o que está por detrás dos protestos em Gaza é ninguém menos que Satã, sim, aquele que se rebelou contra o reino do Eterno e espalhou sobre o Mundo a destruição. Enquanto Adonai re-constrói e restaura. Quando Satã se manifestou através da serpente no Éden, a primeira coisa que ele destruiu foi a relação pessoal entre o homem e seu Criador, a segunda foi a relação entre o homem e a terra, depois entre Adão e Eva e a seguir, Caim e Abel. Não havia morte antes da intervenção de Satã e não haverá morte sem a intervenção de Satã, conforme Yeshua nos ensinou, ele é mentiroso e homicida desde o princípio.

Adonai iniciou a restauração mas Satã incita o povo a auto-destruição

Desde que o Povo de Israel começou a voltar para a sua terra original, tudo indica que se iniciou o principio da restauração do Povo de Israel, mas como sua base espiritual está sem a verdadeira autoridade que vem do Mashiach, Satã ainda está incitando o povo a auto-destruição. Isto ocorre através de diversas formas, seja pelo uso de drogas, soja pela prostituição, seja pelo conflito em gaza ou seja por movimentos gays, cujo único objetivo é a destruição do processo natural de progresso de uma sociedade, sua base familiar. Se a família não é a principal célula de uma sociedade, então todo o resto se desmorona, pois não é laço de sangue e compromisso hereditário entre suas diversas ramificações.

Passeata gay em Tel Aviv e terrorismo do Hamas em Gaza

Para quem crê no Mashiach Yeshua a relação entre os dos eventos é tão obvia que não precisa nem mesmo de explicação. Ontem, enquanto em Gaza estava pegando fogo a violência desenfreada dos palestinos, em Tel Aviv centenas de milhares de gays e seus solidários estavam nas ruas. Eles causaram transtornos por toda a cidade, que tornou-se um inferno para os motoristas. Mas o mais curioso disso é que a maioria dos manifestantes gays nem mesmo eram de Israel. Como assim, não eram de Israel? Entendam, Satã está utilizando todas as armas possíveis para desestruturas o Estado de Israel, este é o único lugar seguro para o Povo de Israel no Mundo.
Para entender melhor a situação, saiba que milhares de gays chegaram à Israel principalmente da Europa. Lembre-se que na Europa as forças "progressistas" são os partidos liberais de extrema esquerda e os muçulmanos, e eles estão de braço dado com a destruição da sociedade. O que a esquerda não entende é que no momento em que os islamistas subirem ao poder, eles serão os primeiros a serem eliminados. Tolerância para islamista é traduzido por consentimento, concordar em aplicar as leis islâmicas, e aí, poderá ser tarde demais. Os gays nas ruas de Tel Aviv receberam ônibus, passagem aérea, bebida, comida, não somente de "organizações gays" mas também de "organizações islamistas", dinheiro que vem do petróleo de países como Dubai, Catar, Emirados e etc. Pois a intensão é desestabilizar a sociedade israelenses. Entenda, quanto mais gays em uma sociedade, maior número é o de pessoas que não querem se submeter ao serviço militar para defender o país. Menos filhos de judeus vão nascer, e mais filhos de árabes vão tomar o lugar deles. Não se trata de uma visão preconceituosa, mas de matemática simples e óbvia.
Olhar a situação e achar que há uma diferença e uma distância entre os dois eventos é ser um tanto romântico, pois a passeata gay em Tel Aviv poderia ocorrer em qualquer período do ano, mas foi marcada justamente para o período que o país está mais ocupado com sua segurança.
Satã não vai prevalecer
Felizmente, a pesar de toda a situação que o Povo de Israel está passando, creio que Satã não vai prevalecer pois a Palavra do Eterno promete um futuro maravilhoso para a Nação Eleita, mesmo que até lá Adonai venha a julgar e condenar muitos. No fim, conforme está escrito em Romanos 11
E assim todo o Israel será salvo, como está escrito: Virá de Sião o Libertador, e desviará de Jacó as impiedades
Romanos 11:26
Até lá devemos estar atentos e intercedendo em orações em favor do Povo de Israel, para que Adonai permita que o máximo possível esteja no Remanescente descrito pelo profeta Isaías:
Mas Israel será salvo pelo Senhor, com uma salvação eterna; pelo que não sereis jamais envergonhados nem confundidos em toda a eternidade.
Isaias 45:17
Que Adonai possa abrir os olhos do Povo de Israel, que o seu povo possa rejeitar as doutrinas destrutivas satânicas que estão cegando-os. Que aqueles que lêem a Torah possam ter as escamas de seus olhos caídas e vejam que não há nenhum outro pelo qual devemos ser salvos, a não ser Yeshua, o Mashiach de Israel.
Desde Sião,
Miguel Nicolaevsky, Israel.

segunda-feira, 4 de junho de 2018

A RESPOSTA DE DEUS

A Resposta de Deus

Norbert Lieth
Como Deus reage às tensões desse mundo? A resposta é assombrosa, e a aplicação para nossa vida de fé pessoal é mais uma vez tanto desafiadora como encorajadora.
Em um noticiário, a apresentadora perguntou se nós já estamos vivendo em uma sociedade liberada. As mudanças em nossa cultura de fato são drásticas. Os valores cristãos desmoronam. O casamento, a família e a moral são redefinidos. As evoluções são marcantes. Alguém opinou que os valores e as convicções cristãs seriam simplesmente varridos pelas torrentes das tempestades do fim dos tempos. De fato, estamos vivendo em um mundo que crescentemente se desvia e afasta de Deus. As confusões são constantes e as tensões aumentam. Para muitos tudo isso é quase insuportável. Cada grande acontecimento antecipa sua sombra; assim também será a ainda vindoura grande queda após o Arrebatamento da Igreja, quando surgir o Anticristo (2Ts 2.1-12). Por isso Paulo destacou já à sua época: “A verdade é que o mistério da iniquidade já está em ação” (v. 7). Cada desvio da Palavra de Deus, cada liberalidade, cada minimização, depreciação ou difamação da Palavra de Deus, no fundo, é anticristã e já abriga em si o mistério da iniquidade. As pessoas se afastam do amor à verdade e dão lugar à mentira.
Em uma carta aberta constava o seguinte: “Será que ninguém consegue ver a evidente relação entre a decadência espiritual na terra da Reforma e o desenvolvimento político-social de nosso país? Ninguém vê a relação entre os cultos mornos, com conteúdo bíblico crítico, adaptados ao espírito da época, com falta de confissão, de entrega e de participantes com a islamização? Não há relação entre os abortos, a ganância, a exploração no mercado de capitais, a frieza nas famílias e vizinhança, a taxa de divórcios... Não existe, de fato, nenhuma relação em tudo isso?”
A resposta de Deus para aqueles que rejeitam Sua Palavra é estarrecedora. Ela será dada quando Ele tiver recolhido Sua Igreja (2Ts 2.7) e quando surgir o Anticristo (2Ts 2.8; ver também Ap 17.13): “Por essa razão Deus lhes envia um poder sedutor, a fim de que creiam na mentira e sejam condenados todos os que não creram na verdade, mas tiveram prazer na injustiça” (2Ts 2.11-12).
A onda de refugiados não é um “acidente de percurso” no plano de Deus. O Novo Testamento nos ensina que devemos ir ao encontro de todas as pessoas no amor de Jesus e com disposição de ajudá-las.
Esse “poder sedutor” já não está visível? Na Suécia uma pastora sugeriu que os símbolos cristãos fossem retirados das igrejas e que fossem instalados nichos de oração para os muçulmanos. Nas igrejas alemãs o tapete para orações é desenrolado ou são lidas passagens do Corão com a observação que isso equivale à Palavra de Deus. A Bíblia, porém, é renegada. Alguns até já falam de algo denominado de “crislã”. O Islamismo fundamentalista muitas vezes é minimizado e justificado, com a alegação que precisa haver disposição para o diálogo. Nesse sentido, o intelectual e crítico do Islamismo, H. Abdel-Samad, de descendência egípcia, expressou-se da seguinte maneira em uma entrevista:
“Luta-se pela livre manifestação de opinião, desde que seja a favor do Islã. Luta-se pelos direitos humanos, desde que sejam a favor do Islã. Luta-se pela igualdade de direitos, desde que seja a favor do Islã”.
Abdel-Samad necessita de mais agentes de segurança pessoal do que muitos políticos. Não há explicação para o comportamento irracional de nossa sociedade, a não ser que se acredite que seja fruto das ciladas traiçoeiras de Satanás, dos poderes e autoridades, dos dominadores deste mundo de trevas e das forças espirituais do mal (Ef 6.11-12).
Em todas as áreas podemos constatar como o mistério da iniquidade age e avança para o sucesso. O escritor George Orwell diz: “Quanto mais a sociedade se afasta da verdade, mais ela tem ódio daqueles que a expressam”. E Martinho Lutero sabia: “Não pode sobrevir ira de Deus maior do que ser despojado da Sua Palavra”. Por isso, o resultado final será exatamente esse: a verdade será “tirada” das pessoas e em seu lugar serão instituídos o Anticristo e a mentira.
Um psicólogo constatou com sobriedade: “As massas nunca estiveram sedentas pela verdade; elas se afastam dos fatos dos quais se desagradam e preferem endeusar o engano. Aquele que consegue enganá-las torna-se facilmente seu senhor. Aquele que tenta esclarecê-las torna-se sua vítima”.
Casamento
A única esperança consiste na volta de Jesus e no estabelecimento do Seu reino. Karl Friedrich Hering expressou-se assim: “Não há reino de paz e justiça sem Cristo e para o mundo não há esperança sem que ele se submeta à soberania direta de Deus e de Seu Ungido”. Diante de todas as más notícias, a única notícia boa é que a Profecia Bíblica se cumpre. Ela nos informa, entre outros, que o iníquo poderá agir somente enquanto o Senhor lhe permitir e que o próprio Jesus terá a última palavra. “Eu sei que o meu Redentor vive e que no fim se levantará sobre a terra” (Jó 19.25).
Tudo será colocado como estrado aos pés do Senhor Jesus (Sl 110.1; Mc 12.36). Todo joelho se dobrará e toda língua confessará que Ele é o Senhor (Is 45.23; Rm 14.11; Fp 2.10-11). Sim, Ele é o Senhor dos Senhores (Ap 19.16). A carta aberta já mencionada diz ainda: “Deve ser pregado com voz de trovão, em todos os púlpitos do país, que Deus ainda vive, que Deus ainda está atento, que Deus ainda reina. A fé agora está no crisol e será provada pelo fogo, e não existe lugar de descanso mais seguro e abrangente para os corações e mentes exceto perante o Trono de Deus”.
Essa é nossa esperança também em relação às ondas de refugiados dos Estados islâmicos. Já vimos anteriormente como os cristãos devem lidar com esse desafio. Observe-se ainda o seguinte: não precisamos pensar que essas pessoas simplesmente vieram; elas não viriam se Deus não as tivesse enviado (ver Am 3.6). A onda de refugiados não é um “acidente de percurso” no plano de Deus. O Novo Testamento nos ensina que devemos ir ao encontro de todas as pessoas no amor de Jesus e com disposição de ajudá-las. Devemos procurar maneiras de alcançá-las com o Evangelho. Quem somente critica e amaldiçoa não está firmado no Novo Testamento. Muitas dessas pessoas, estando longe de sua pátria islâmica, ficam muito mais abertas para o Evangelho. Todas as pessoas estão inscritas na lista de desejos de Deus. Nós, cristãos, não devemos ser parte do problema; somos convocados para sermos parte da solução. H. Abdel-Samad, já mencionado anteriormente, diz: “Não devemos deixar as pessoas (refugiadas) entregues às associações islâmicas, pois é justamente ali que elas são influenciadas e instrumentalizadas de modo conservador para o Islamismo”.
Thomas Lachenmaier frisou no periódico factum: “As más notícias são transformadas à luz da Bíblia. No final ficará evidente: a luz é mais forte do que a escuridão [...]. Tudo o que acontece – inclusive o pavor, a desobediência – foi incluído, foi inserido no Seu plano de salvação para o mundo. Todas as coisas estão nas mãos de Deus e acontecem para o bem”. Na mesma edição, Ingo Resch escreveu: “A Escritura Sagrada nos ensina que a história não é uma mera sequência casual de acontecimentos históricos inúteis”. Charles Haddon Spurgeon fala neste sentido: “Por mais escura que seja a noite, a manhã chegará”. Sendo cristãos, devemos ter sempre em mente: a vitória alcançada na cruz do Gólgota continua em vigor! Jesus voltará! “Em breve o Deus da paz esmagará Satanás debaixo dos pés de vocês. A graça de nosso Senhor Jesus seja com vocês” (Rm 16.20). — Norbert Lieth