segunda-feira, 29 de julho de 2019

JESUS É O CAMINHO; ESTAIS ESPERANDO O QUE ???

Como, então, podemos enquadrar corretamente a tribulação? Para os maus, que não querem aceitar a graça de Deus em Jesus, a palavra profética é uma mensagem de alerta e do juízo: “Este será o seu futuro se você continuar a desprezar e rejeitar a amorosa salvação de Deus, que ele oferece a todos aqueles que creem no sangue do seu único Filho, Jesus Cristo. Arrependa-se agora mesmo, antes que seja tarde!”.
Para os salvos ela é uma mensagem de ânimo e de justiça: “O mal não prevalecerá para sempre. Chegará o dia de seu castigo”. Deus prometeu remover da terra toda a impiedade e todos os ímpios antes que ele volte novamente para governar esse mundo juntamente conosco. O período de tribulação profetizado na Bíblia é uma expressão da justiça de Deus. É o cumprimento da condenação dos pecadores que rejeitaram a sua redenção. Simultaneamente, ele é um período de graça para seus filhos fiéis.

TEMPO DA GRAÇA E TEMPO DE JUÍZO.

Meno Kalisher
Durante a grande tribulação profetizada na Bíblia, acontecerão coisas terríveis e difíceis de imaginar. Como podemos enquadrar corretamente essa palavra profética?
O livro de Apocalipse se empenha principalmente com a descrição dos acontecimentos durante a grande tribulação.[1] Em um espaço de sete anos, dois terços da população mundial serão mortos. Com relação ao inferno envolvido no livro de Apocalipse e à morte dessa incontável e tão gigantesca multidão de pessoas em um período de tempo tão curto, muitos se perguntam: como podemos classificar essa tribulação?
É certo e adequado que se responda essa pergunta somente após um período de oração e da leitura e estudo de toda a Escritura Sagrada. Não basta apenas ler alguns trechos isolados quando se pretende chegar a um resultado maduro e responsável.
Quanto tempo durará a tribulação e como Deus a subdivide? Há vários profetas que anunciaram previamente os sete anos de tribulação que são descritos no livro de Apocalipse. Lemos sobre isso, por exemplo, em Daniel 9.24-27. Nessa profecia, o anjo Gabriel relata para Daniel os acontecimentos pelos quais a nação de Israel passará até a volta de Jesus. As 70 semanas ali mencionadas descrevem 490 anos, subdivididos em três fases. As duas primeiras se encerraram com a morte do Senhor Jesus. A terceira fase, de apenas sete anos, é o período da tribulação que também está descrita no livro de Apocalipse. Ela inicia com o Anticristo impondo uma aliança com muitos países e termina com a volta do Senhor Jesus para a terra. A verdadeira face do Anticristo será revelada e, ao final da tribulação, ele será destruído.
O profeta Jeremias afirma (cap. 30.7) que uma tribulação sobrevirá a Israel e que o povo fugirá dela. O motivo da tribulação é o pecado do povo e seu distanciamento de Deus. Jeremias menciona uma particularidade da tribulação: as faces das pessoas se tornarão da cor verde – um símbolo de extremo medo e miséria. O profeta prossegue inserindo um versículo, em 23.19 e 30.23, que esclarece o objetivo da ira de Deus: a ira de Deus alcançará os incrédulos.
Descrições semelhantes são encontradas nos livros dos profetas Joel, Sofonias, Isaías e outros. Ninguém precisa imaginar que apenas os profetas mais recentes mencionam esse evento. Moisés também o fez, em Deuteronômio 31–32. Lá ele descreve o que acontecerá ao povo de Israel devido à dureza de seus corações.
No evangelho de Mateus, quando se encontrava no monte das Oliveiras, o Senhor Jesus falou sobre os acontecimentos envolvendo a tribulação e respondeu às perguntas de seus discípulos sobre os sinais que antecederão a sua volta. Ele citou então do livro de Daniel e esclareceu que, na metade da tribulação, a verdadeira face do Anticristo seria revelada. Disse que o Anticristo perseguirá aqueles do povo de Israel que reconheceram a sua identidade e que, a seguir, voltaram-se em direção à verdade.[2]
O profeta Isaías relata (cap. 63.1-6) como o Messias destruirá todos os que se opuserem a ele e de como salvará o remanescente de Israel ao final da tribulação. O profeta Zacarias também menciona isso (caps. 12; 14.1-15).
O apóstolo Paulo incentivou e consolou os crentes de Tessalônica ao lhes dizer que a ira de Deus não será dirigida contra os seus filhos redimidos (1Ts 5.9; 2Ts 2.1-12). Deus reunirá seus fiéis antes de derramar sua ira sobre o mundo que o rejeitou.[3]
Assim, a tribulação é descrita em muitas páginas da Bíblia, juntamente com sua duração e objetivo. Se isso foi feito para prevenção, então muitas gerações já foram alertadas. A duração da tribulação será de sete anos para castigo daqueles que rejeitam a Deus – a ira de Deus sobre os incrédulos.
Antes de nos envolvermos novamente com a tribulação do livro de Apocalipse, deveríamos nos recordar de uma tribulação que há alguns anos atingiu todos os habitantes da terra. Nesse caso, a maioria dos filhos de Deus pode compreender e comprovar seu propósito. No tempo de Noé, as pessoas cometeram sérios pecados contra Deus; elas foram tão longe a ponto de Deus decidir que elas não deveriam continuar vivas.
Existem paralelos entre a condenação com o Dilúvio e os sete anos de tribulação.
Existem paralelos entre a condenação com o Dilúvio e os sete anos de tribulação. Em ambos os casos, Deus executa o castigo contra o mundo que o rejeitou. Para ambos existe um recomeço. Não devemos esquecer que a criação pertence a Deus e que ele é o Senhor soberano e justo.
O plano original de Deus era de governar sua criação em santidade, justiça, paz e veracidade. Antes que isso aconteça, Deus precisa afastar as pessoas da terra que se rebelam teimosamente contra o seu poder supremo. Isso é o que o profeta Daniel descreve em uma profecia (Dn 2): os pés da estátua, esta que representa o domínio das nações, foram esmigalhados pela pedra (o Messias), esta que estabelece o reino de Deus na terra. Todavia, observemos o momento maravilhoso em que o Senhor Jesus se revela ao apóstolo João, em Apocalipse 1.
No ano 95 d.C. o imperador romano Tito Flávio Domiciano iniciou uma perseguição homicida contra os cristãos. O imperador ordenou o exílio do apóstolo João na ilha de Patmos. João, o único apóstolo ainda sobrevivente dentre todos os apóstolos, foi removido para que não pudesse proporcionar auxílio, consolo ou encorajamento. Nessa época, João estava com 90 anos de idade. Podemos imaginar como ele se sentia, isolado na ilha, enquanto eram abatidas as igrejas do Messias nas cidades do império. Os cristãos sobreviventes perderam todas as suas posses e a maioria continuou vivendo em esconderijos.
O que o apóstolo João poderia fazer na ilha de Patmos, longe de seus irmãos na fé? Ele clamava a Deus: “Por favor, ajude-nos! O que restará aos teus filhos? Até quando o mal vencerá?”. Nesse período tão terrível para o “corpo de Cristo”, o Senhor Jesus se manifestou na ilha de Patmos com respostas claras para João:
Deus tem controle sobre tudo o que ocorre no mundo.
Deus é fiel e manterá os seus filhos em suas mãos; eles não sofrerão na tribulação, pois esta é destinada aos que rejeitaram a salvação de Deus. É uma mensagem de encorajamento.
O mal e os maus serão julgados. Deus removerá os maus da face da terra. A sentença justa de Deus ocorrerá exatamente do modo como ele alertou e profetizou.
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O Senhor voltará e reinará sobre sua criação, como estava planejado desde o princípio.
Será que os detalhes descritos sobre os acontecimentos do período de tribulação são exagerados para provocar medo? De modo algum!
Será que os detalhes descritos sobre os acontecimentos do período de tribulação são exagerados para provocar medo? De modo algum! O exagero também é pecado e Deus opera como o Soberano, o Santo e o Puro, e não alguém que utiliza instrumentos que não correspondam ao seu caráter. Um exemplo em nossa própria vida familiar esclarece o objetivo de Deus e ajuda a entendê-lo.
Por que existe um programa nas escolas no qual os alunos são levados a visitar clínicas de reabilitação, onde elas são apresentadas a pessoas que se tornaram vítimas de acidentes causados por negligência ao dirigir? Será porque os pais e os professores são desumanos e querem causar pânico? Será porque queremos assustar e amedrontar os filhos de tal modo que nunca venham a requerer sua habilitação de motorista? Não! Fazemos isso, sim, porque amamos nossos filhos e queremos preservá-los de sofrimentos. Nós lhes mostramos a dolorosa realidade que atinge aqueles que não observam as recomendações para a preservação da vida.
Como, então, podemos enquadrar corretamente a tribulação? Para os maus, que não querem aceitar a graça de Deus em Jesus, a palavra profética é uma mensagem de alerta e do juízo: “Este será o seu futuro se você continuar a desprezar e rejeitar a amorosa salvação de Deus, que ele oferece a todos aqueles que creem no sangue do seu único Filho, Jesus Cristo. Arrependa-se agora mesmo, antes que seja tarde!”.
Para os salvos ela é uma mensagem de ânimo e de justiça: “O mal não prevalecerá para sempre. Chegará o dia de seu castigo”. Deus prometeu remover da terra toda a impiedade e todos os ímpios antes que ele volte novamente para governar esse mundo juntamente conosco. O período de tribulação profetizado na Bíblia é uma expressão da justiça de Deus. É o cumprimento da condenação dos pecadores que rejeitaram a sua redenção. Simultaneamente, ele é um período de graça para seus filhos fiéis.

quarta-feira, 24 de julho de 2019

A RUÍNA DO OCIDENTE E A OPÇÃO ANABATISTA

A Ruína do Ocidente e a Opção Anabatista

René Malgo
Vivemos hoje em um ambiente de prosperidade, liberdade e progresso como nenhuma geração antes de nós. No entanto, ao mesmo tempo a vida espiritual e cheia de sentido está se perdendo na sociedade ocidental. O que fazer?
A parede já exibe a inscrição: “Mene mene tekel u-parsin” (Dn 5.25). O Ocidente “cristão” está afundando. Deus “contou” o nosso reino e “determinou o seu fim”. Pesou-nos “na balança” e constatou que estava “em falta”. Ele dividiu o reino e o entregou a outros (Dn 5.26-28). Se o apóstolo Pedro, no seu tempo, já escrevia aos cristãos acerca da iminência da perseguição que “chegou a hora de começar o julgamento pela casa de Deus” (1Pe 4.17), isso nos deveria dar o que pensar.
Assim, por exemplo, o Oriente Médio outrora cristão, o berço da nossa fé e a pátria das maiores cabeças do cristianismo (como os três pais capadócios), já é islâmico há tempo – da Turquia, passando pela Síria e o Egito até a Argélia. E há quem tema que essa islamização também penetrará na Europa. A possibilidade existe. Um especialista imigrado do Oriente Médio disse – a respeito da ameaça de islamização da Alemanha – que ela não seria iminente, mas que já teria acontecido. O bonde já partiu e a Alemanha dormiu no ponto. A próxima geração comprovará
se o seu tenebroso prognóstico se confirmará.
Por mais de mil anos o Deus vivo teve paciência com a Igreja Católica Romana, que dava o tom em termos religiosos na Europa Ocidental, até que o Senhor de todos os senhores e Rei de todos os reis proporcionou a Reforma – acompanhada de suas sangrentas consequências e a fragmentação de uma igreja visível e externamente unificada, formando inúmeras comunidades que hoje são em parte acirradas inimigas umas das outras. O grande e bom Médico assentou o bisturi e tratou o corpo enfermo. Talvez o Deus fiel, justo e misericordioso o faça de novo em nossos dias.
Nossos filhos e netos realmente frequentam escolas que não apenas toleram a impiedade, mas que a promovem ativamente.
Não sabemos quão próximo está o fim. Não sabemos se o Onipotente ainda concederá mais uma reforma e melhoria ou se o arrebatamento dos crentes para o céu está iminente (1Ts 4.16-17) e se o último grande anticristo já não estaria preparando o terreno (2Ts 2.3). Simplesmente não nos é dado “saber os tempos ou as datas” (At 1.7). Isto, porém, não significa que tenhamos de ser cegos e não possamos avaliar os sinais dos tempos.
Os fluxos de refugiados são um problema real para a estabilidade da sociedade. A crescente impiedade que nos cerca produzirá frutos extremamente venenosos. Podemos observar seus efeitos na dissolução de casamentos e famílias, na loucura de gênero e na pressão social do “politicamente correto”, que cada vez mais força as pessoas a não apenas tolerar perversões, mas até aprová-las. Vivemos numa sociedade na qual o mal é chamado de bem e o bem de mal, em que se faz luz das trevas e trevas da luz, e se converte o azedo em doce e o doce em azedo (Is 5.20). Assim é o fim dos tempos.
Esta sensação apocalíptica e opressiva, sob a qual muitos crentes sofrem mesmo em meio à sua grande prosperidade, não é casual. Externa e materialmente, muitos de nós estão em situação melhor do que nunca antes. Apesar da crescente impiedade, nossa liberdade ainda é maior do que nunca. Mas a inquietação que sentimos, os estados de pânico de que alguns se queixam apontam para um problema mais profundo, de natureza espiritual.
O cristão ortodoxo Rod Dreher alerta incansavelmente em seu blog contra a tendência anticristã da sociedade ocidental. Ele aponta, por exemplo, para a efetiva coação de grupo em escolas e universidades americanas, onde já se tornou recomendável ser transgênero e bissexual. Crianças e adolescentes facilmente influenciáveis, que só querem fazer parte da comunidade, estariam sendo forçadas pelas crianças descoladas e “esclarecidas” a questionar sua sexualidade, e assim, para estarem “incluídas”, assumir novos papéis sexuais supostamente fluidos. O que importa é que o menino não seja mais apenas menino e a menina não apenas menina. Esse desenvolvimento é assustador, e não se trata de pessimismo exacerbado referente somente aos Estados Unidos.
O que deveriam fazer os crentes? Rod Dreher propõe a opção beneditina, tomando como modelo o pai monástico Bento de Núrsia (480-547). Bento era filho de um proprietário rural, mas, quando seu pai o mandou a Roma para estudar, ele ficou chocado com a promiscuidade na cidade papal. Ele então se retraiu e fundou mosteiros de orientação rigorosamente ascética, cujos monges se mantinham à margem da sociedade, provendo seu próprio sustento para a partir daí influenciar positivamente a depravada vida europeia. Dreher não propõe isolar-se do mundo, mas enfatiza que os cristãos precisam voltar a aprender a organizar-se de forma autônoma, provendo eles mesmos educação e suprimento emocional, médico e físico para não permanecerem dependentes de um Estado cada vez mais anticristão.
Em resumo: Dreher apela para um retorno ao estilo de vida dos primeiros cristãos, que se retiram da Prostituta Babilônia com todas as suas brilhantes porém mortais tentações para, em vez disso, se reunirem em uma cidade pura (em sentido figurado) a fim de a partir dela levar o evangelho e ativo amor ao próximo – para uma sociedade desesperada e decaída.
Os anabatistas enfatizaram desde o início que a união com um Estado secular, ainda que benevolente, sempre será perigosa e crítica para a igreja.
As ideias de Dreher são boas, corretas e verdadeiras. No entanto, como protestante quero propor aqui uma opção diferente, embora basicamente similar, a saber, a opção anabatista. Em contraste com os altamente respeitados reformadores que Deus usou poderosamente, os anabatistas enfatizaram desde o início que a união com um Estado secular, ainda que benevolente, sempre será perigosa e crítica para a igreja. Os anabatistas também organizaram a si mesmos, mantiveram-se irredutivelmente fiéis à doutrina bíblica e a um estilo de vida puro e ético “no meio de uma geração corrupta e depravada” (Fp 2.15).
É claro que podemos criticar os anabatistas (como já antes Bento de Núrsia) de favorecer demais uma justificação por obras diante de Deus. Alguns anabatistas exageraram em seu isolamento do mundo. Contudo, ainda assim não deveríamos fechar os olhos diante da realidade, escondendo-nos entre nossas quatro paredes e fazendo de conta que as trevas passarão ao largo de nós sem nos atingir. Nossos filhos e netos realmente frequentam escolas que não apenas toleram a impiedade, mas que a promovem ativamente. O paganismo está de volta e, quanto antes nós, os crentes, reconhecermos isso e despertarmos, tanto antes poderemos ser sal e luz. No momento são justamente os muçulmanos radicais que representam para um número crescente de europeus ocidentais uma alternativa com sentido para o vazio espiritual do neopaganismo (basta lembrar as ondas de choque desencadeadas por um adepto do AfD, partido de extrema-direita alemão, ao se converter ao Islã, ou meninas escolares alemãs que se associam voluntariamente ao EI).
A crítica Mary Eberstadt mostra em seu livro How The West Really Lost God [Como o Ocidente Realmente Perdeu Deus] que a fé é como um idioma: só é possível aprendê-la em uma comunidade, começando com a comunidade familiar. Quando tanto as famílias como também a sociedade em si se dissolvem, e as pessoas são isoladas, a transmissão da fé à geração seguinte se torna muito mais difícil, porque uma fé que não é apresentada, experimentada e vivida na prática é morta (cf. Tg 2.26). Basta uma única geração fracassar em passar a fé adiante e esta desaparece da sociedade (alguém ainda se lembra da religião mais popular no Império Romano, o culto a Mitras? Não? Pois é!). A revolução sexual, a histeria de gênero, a alta taxa de divórcios, os assassinatos em massa por meio do aborto, a agressão à família – tudo isso faz parte, se me permitem essa ousada análise, de um plano de “alto nível” do Diabo, ou seja, de destruir para uma geração inteira a única fé salvadora e verdadeira.
Preocupação
Se quisermos oferecer aos nossos filhos e a outras crianças uma boa perspectiva para o aquém e o além, nós cristãos temos de considerar essa opção beneditina ou anabatista: não fugindo do mundo, mas reconhecendo que a nossa pátria na terra não é o Estado, mas a própria igreja do Deus vivo.
Em Dübendorf, onde se localiza a sede geral da nossa missão, existe uma escola cristã. Ela vem lutando por sua manutenção, e alguns membros da nossa igreja local tentam participar da luta, porque hoje o alvará que essa escola possui nunca mais seria expedido pelo Estado secular. Em nosso entorno, essa escola é uma chance de oferecer um contrapeso à decadência moral do Ocidente. Pense, olhe e observe se talvez existe a possibilidade de brilhar junto com outros cristãos como luz em um mundo cada vez mais escuro. Pois o seguinte princípio sempre permanece verdadeiro, mesmo na maior tribulação dos piores tempos do fim: onde brilha a luz de Deus, as trevas precisam ceder (1Jo 2.8; cf. Ef 2.19-22; Mt 5.16; Fp 2.15–16).

segunda-feira, 22 de julho de 2019

O ESPLENDOR DA GLÓRIA " JESUS CRISTO"

Havendo Deus, outrora, falado muita vezes de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, nestes últimos dias, falou pelo filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas, pelo qual também fez o universo.

JESUS CRISTO É O PRINCÍPIO E O FIM DE TODAS AS COUSAS E VEIO PARA NOS TIRAR DA PERDIÇÃO.

SEM ELE NÃO É POSSÍVEL A GLÓRIA DE DEUS PAI.

SÓ TEM ELE COMO CAMINHO PARA CHEGAR ATÉ DEUS, OBVIAMENTE ATÉ OS CÉUS.

VOCÊ JÁ ENTREGOU SUA VIDA AO MESTRE PARA SE SALVAR ???

OS MALES E AS CORRUPÇÕES DOS ÚLTIMOS DIAS.

2 TIMÓTEO 3:1-5 SABE, PORÉM, ISTO: NOS ÚLTIMOS DIAS, SOBREVIRÃO TEMPOS
DIFÍCEIS, POIS OS HOMENS SERÃO EGOÍSTAS, AVARENTOS, JACTANCIOSOS, ARROGANTES, BLASFEMADORES, DESOBEDIENTES, AOS PAIS, INGRATOS, IRREVERENTES, DESAFEIÇOADOS, IMPLACÁVEIS, CALUNIADORES, SEM DOMÍNIO PRÓPRIO DE SÍ, CRUÉIS, INIMIGOS DO BEM, TRAIDORES, ATREVIDOS, ENFUADOS, MAIS AMIGO DOS PRAZERES QUE AMIGO DE DEUS, TENDO FORMA DE PIEDADE, NEGANDO-LHE, ENTRETANTO, O PODER. FOGE TAMBÉM DESTES.


PRECISA FALAR MAIS ALGUMA COISA PARA ESSES ÚLTIMOS DIAS ?

A BÍBLIA NOS TRAZ  ESSAS RECOMENDAÇÕES ATRAVÉS DO APÓSTOLO PAULO EM SUA SEGUNDA CARTA AO AMIGO TIMÓTEO

ENTÃO ESTÃO AÍ OS TEMPOS QUE ESTAMOS CAMINHANDO, NÃO SE CONFIA MAIS EM NINGUÉM, ELE PODE SER O SER HUMANO QUE FOR, INDEPENDENTE DO QUE ELE SEJA NA SOCIEDADE, EM SUA MAIORIA ESTÃO CORROMPIDOS.

NÃO PODEMOS NEGAR OS FATOS DE QUE A CADA DIA FICARÁ MAIS DIFÍCIL.

VOCÊ QUE ESTÁ LENDO ESTE TEXTO ESTÁ ESPERANDO O QUE MAIS, JESUS DISSE EU SOU A PORTA E QUEM ENTRAR POR ELE TERÁ VIDA ETERNA, VAI FICAR ESPERANDO O QUE MAIS ?


quinta-feira, 18 de julho de 2019

MOMENTO DE REFLEXÃO.


DESVIA DE TI A FALSIDADE DA BOCA E AFASTA DE TI A PERVERSIDADE DOS LÁBIOS. PROVÉRBIOS 4:24


TEM PESSOAS QUE DE 10 PALAVRAS QUE PRONUNCIA 8 SÃO PALAVRÕES, VEJO QUE DEUS FICA TRISTE  COM ISSO.

ESTÁ MAIS QUE NA HORA DE VOCÊ PARA PARA PENSA E VER QUE ISSO NÃO TE FAZ BEM ALÉM DE SER MUITO FEIO. FAZ UMA REFLEXÃO, O OBSERVA TU MESMO FALANDO PRA VER COMO FICA.

A OUTRA COUSA É FALSIDADE ENTRE OS SERES HUMANOS É MUITO DESASTROSO PRINCIPALMENTE QUANDO A PESSOA É UM CRENTE EM JESUS, NÃO É LEGAL E DEUS NÃO SE AGRADA NEM UM POUCO. 

JÁ PAROU E PENSOU NO CAMINHO QUE ESTAIS ENTRANDO ???

AMNÉSIA ESPIRITUAL

Amnésia Espiritual

Daniel Lima
Recentemente escutei que alguém, viajando à Suíça, perguntou a duas guias turísticas se haviam muitos ateus naquele país. Ambas, em momentos separados, responderam: “Temos dinheiro, conforto, segurança, tudo que precisamos... não precisamos de Deus”. Realmente, sob qualquer aspecto, aquele país atingiu um nível de conforto e segurança absolutamente invejável. No entanto não foi sempre assim. Não precisamos voltar mais do que algumas dezenas de anos para lembrar que também ali o povo lutou com fome, com doenças e com insegurança. Se ampliarmos um pouco o foco, basta lembrarmos que há 75 anos terminava uma guerra no continente europeu que ceifou a vida de milhões de pessoas. Que aquele continente se recuperou tão rapidamente daquela tragédia é notável e aponta para uma capacidade impressionante de organização e recuperação.
Contudo, ao invés de uma atitude de gratidão e de reconhecimento da graça de Deus, os povos europeus têm se tornado arrogantes em sua postura de que “não precisamos de Deus”. Quem deu a eles a capacidade, a inteligência e mesmo os recursos para se reerguer? Muitos estudiosos apontam para a tradição judaico-cristã como uma das razões para este reerguimento. É curioso como o mesmo aconteceu tantas vezes com o povo de Israel. Deus abria o mar Vermelho e os libertava do Egito e, em poucas semanas, eles queriam voltar para a escravidão. Deus trazia alimento, mas eles achavam que estavam melhor sem Deus. Esta arrogância tem consequências. Eles ganhavam o que queriam, mas seus corações continuavam vazios. Ao invés de agradecer e continuar esperando em Deus, tanto europeus como judeus alcançavam muito do que queriam, mas suas almas definhavam... O Salmo 106 relembra esta história:
13Cedo, porém, se esqueceram das suas obras e não lhe aguardaram os desígnios; 14entregaram-se à cobiça, no deserto; e tentaram a Deus na solidão. 15Concedeu-lhes o que pediram, mas fez definhar-lhes a alma.
No entanto, antes de sermos muito rigorosos com os europeus ou judeus, nos cabe uma autoavaliação cuidadosa. Tenho visto em minha vida o quão rapidamente me esqueço daquilo que Deus fez e caio em orgulho pelo que “eu conquistei”. Em 1Coríntios 4.7 lemos: “Pois quem torna você diferente de qualquer outra pessoa? O que você tem que não tenha recebido? E, se o recebeu, por que se orgulha, como se assim não fosse?”. Nossa capacidade de trabalho, nossa capacidade intelectual, nossa “genialidade” são frutos daquilo que recebemos. Certamente alguns se dedicam arduamente e desenvolvem suas habilidades, já outros são negligentes e as desperdiçam. Quando um europeu, com todas as suas condições de vida duramente conquistadas por seu povo, afirma que não precisa de Deus, ele ou ela o fazem ignorando intencionalmente aquele que derramou suas bênçãos sobre ele, sua família e seu país.
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Paulo, em Romanos 1.20-21, comenta esta arrogância:
20Pois desde a criação do mundo os atributos invisíveis de Deus, seu eterno poder e sua natureza divina, têm sido vistos claramente, sendo compreendidos por meio das coisas criadas, de forma que tais homens são indesculpáveis; 21porque, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe renderam graças, mas os seus pensamentos tornaram-se fúteis e o coração insensato deles obscureceu-se.
Orgulho e arrogância, sejam nacionais, raciais, familiares ou individuais, nos tornam cegos para a glória daquele que nos amou de tal forma que nos deu seu único Filho para que, se crermos, não morramos, mas tenhamos a vida eterna.
Use um tempo hoje mesmo para parar e refletir sobre tudo aquilo que Deus te deu e derramou sobre você.
Use um tempo hoje mesmo para parar e refletir sobre tudo aquilo que Deus te deu e derramou sobre você. Invista este tempo agradecendo a Deus, louvando-o por sua bondade, por seu amor, por sua misericórdia. Aproveite e reflita também sobre sua história de vida. Melhor ainda: reflita sobre a história de sua família. Houve antepassados que se esforçaram para que hoje você tivesse o nível educacional ou econômico que tem? Agradeça a Deus por eles. Quer tenhamos muito do que pedimos ou pouco, que nossos corações estejam sintonizados com aquele que tem o que há de melhor para nossas almas.

terça-feira, 16 de julho de 2019

REFLEXÃO PARA OS NÃO CRENTES EM JESUS CRISTO.

JESUS CRISTO DEIXOU BEM CLARO, EU SOU A ÁGUA VIVA QUE DE MIM BEBER JAMAIS TERÁ SEDE. USOU O ELEMENTO ÁGUA QUE É TÃO IMPORTANTE PARA NOSSA VIDA. MAS ELE É MAIS IMPORTANTE QUE A ÁGUA, ATÉ PORQUE TUDO FOI FEITO POR ELE E PRA ELE SEGUNDO A PALAVRA DE DEUS.

VOCÊ QUE ESTÁ LENDO ESTA MENSAGEM ESTA ESPERANDO O QUE PARA ENTREGAR SUA VIDA A ELE?

NÃO PERCA TEMPO JESUS VEIO AO MUNDO PARA NOS SALVAR, DIGA SIM A ELE.